
Hoje é o Dia Internacional do Biodiesel, e nos remota a uma criação do engenheiro alemão Rudolf Diesel, inventor do motor a diesel.
E o Brasil hoje é um dos países que mais tem a comemorar o Dia Internacional do Biodiesel, já que o Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB) é uma política consolidada. Até 2015, mais de 75 mil famílias de agricultores familiares participaram de arranjos estabelecidos com as empresas que produzem biodiesel. Foi também neste ano que cerca de R$ 4 bilhões de matérias-primas foram obtidas por usinas. Hoje pode-se dizer que a agricultura familiar já é a responsável por 30% do combustível renovável no Brasil.
“O uso de óleos vegetais, como combustíveis de motor, pode parecer insignificante nos dias atuais. Mas estes óleos podem vir a se tornar, ao longo do tempo, tão importantes como o petróleo e o carvão mineral”. Essas foram as palavras, hoje vistas até como premonitórias, por Rudolf Diesel.
A origem do Dia Internacional do Biodiesel se deve à primeira notícia do uso de biodiesel que se tem registro, ocasionada em 10 de agosto de 1893, na Alemanha, quando Diesel fez uso do primeiro motor à combustão interna a êmbolos que explorava os efeitos de uma reação química, com o uso de óleo de amendoim. O processo teve como resultado um registro da patente de seu motor-reator em 1897, criado para trabalhar com o óleo de origem vegetal.
E é em razão dessa dos feitos do engenheiro alemão que se comemora o Dia Internacional do Biodiesel, um combustível sustentável e limpo, que tem como um de suas principais vantagens não agredir o meio ambiente que não agride o meio ambiente, e que também possui inúmeros papéis sociais e econômicos que registram uma atividade importante para o Brasil e para o mundo.